Estudo
Avançado de Faltas e Atrasos do Empregado
Introdução
Por
oportuno a diversas questões suscitas nos negócios, pelos internautas e em
sala de aula, resolvi elaborar um estudo sobre a falta e o atraso, seus reflexos
e forma de conduta, procurando orientar aos interessados em praticar uma
administração saudável para a relação contratual, protegendo os negócios e
exigindo do empregado sua participação, e por conseqüências aqueles que são
obrigados a cumprirem horário entendam o reflexo de sua postura frente a
empresa e aos demais colegas de trabalho.

Na
relação de trabalho temos diversas ocorrências no trato com as obrigações e
deveres; seja por parte da empresa ou do empregado. Algumas são formais e
suportadas nos negócios, tais como afastamento pelo auxílio doença,
maternidade, licença paternidade e férias. Porém duas ervas dadinhas sufocam
a boa relação de trabalho, causando diversos prejuízos, seja de ordem
financeira, como prejuízos nos negócios e salários ou de ordem moral, criando
desconfiança, instabilidade, insegurança, mau exemplo, etc.
Faltar
ou atrasar ao emprego é um fato que deveria ser evitado a qualquer custo pelo
empregado, e não suportado a qualquer custo pela empresa. Por postura de um
responsável, faltar ou atrasar a um compromisso é no mínimo vergonhoso.
Podemos observar que o primeiro emprego acaba sendo um indicador do costume que
o empregado irá adotar na jornada da sua vida profissional, e somente por
fatores mais fortes em sua vida ele corrigirá essa anomalia.
Não
importa a justificativa da falta ou atraso, os argumentos de problemas com o trânsito,
chuva, veículo, etc. enchem os formulários de apontamento e são assumidos
pela gerência, sem buscar realmente as causas e as circunstâncias que levaram
o empregado a cometer tal irregularidade.
Uma
leitura adequada do processo de ocorrência da falta e atraso de um empregado
deve ser feita pela continuidade e periodicidade que a anomalia ocorre. Por
eventualidade o empregado pode ser acometido de uma ocorrência que estaria aquém
das suas possibilidade para evitar a falta ou atraso, e nesse caso o empresa
aceita a justificativa sem criar parâmetros negativos, porém quando se analise
um determinado período percebe-se que o empregado não vinha cumprido com suas
obrigações e deveres contratuais de seus horários, então ele é um contumaz
irresponsável.
Aceitar
a falta ou atraso contumaz por conta da boa performance que o empregado exerce
nas suas funções, gera atrito junto a equipe, e passa uma imagem de
protecionismo ao mesmo, o que não combina com a transparência nos negócios e
na relação de trabalho. O melhor então é flexibilizar o horário, como se
fosse um prêmio, e tornar público e transparente tal decisão, não sendo possível
é melhor orientar o padrão que a empresa deseja assumir.

A
empresa assume os seus negócios e com eles os problemas causados pelo mau
comportamento do empregado, porém a legislação trabalhista vislumbra
possibilidade na administração dos problemas, exercendo as ferramentas de
controle da lei.